Só quem experimenta Salvador da Bahia sabe o gosto que essa terra tem e entende
por que a capital baiana é um dos principais destinos turísticos do mundo...
- A cidade investe cada vez mais no turismo, que é reconhecido como importante
atividade, principalmente no que se refere à exploração das artes, belezas
naturais e patrimônios culturais.
As riquezas da cidade podem ser vistas
em cada esquina. Alegria, criatividade, musicalidade, riqueza folclórica e
cultural são inerentes ao povo baiano, que tirou da mistura de raças e costumes
o seu principal tempero. Os visitantes que chegam a Bahia sempre são bem
recebidos, porque, neste estado, todos são brancos, negros e índios. Portanto,
Salvador é a capital da multiplicidade e, em potencial, o maior destino
turístico do país.
- Esportes
- Em Salvador, os mergulhadores encontram espaço ideal. Além de belezas naturais
submarinas, a cidade tem o maior número de naufrágios registrados no Brasil.
Algumas ruínas de antigos navios estão a poucos metros da praia, acessíveis para
iniciantes em mergulho.
Quem prefere emoções mais fortes, pode visitar
navios pouco explorados, situados em águas profundas, ainda na Baía de Todos os
Santos. As águas alcançam, em média, 26ºC, o que favorece a prática de variadas
modalidades esportivas. Nos passeios a beira-mar, podemos ver pessoas praticando
windsurfe, kitesurf, além do próprio surfe, que tem campo propício em quase
todas as praias da capital. Outros tipos de esportes também são incentivados na
cidade, como o sandboard, que encontra nas dunas espaço adequado.
Nas
áreas mais urbanas, é possível presenciar skatistas em half-pipes e até
rapeleiros pendurados em prédios e viadutos. Os saltos de asa-delta saem do alto
de Ondina, uma grande área de preservação ambiental, que resguarda um
Zoobotânico com cerca de 18ha, que chama atenção dos visitantes pela variedade
de espécies que preserva.
História
As ruas do Centro Histórico transportam o turista para os primórdios da história
do Brasil. Durante as visitas ao local, pode-se aprender, com a ajuda dos guias,
como se desenvolveu a colonização da primeira cidade do país.
Até 1763,
Salvador sediou a capital da Coroa Portuguesa nas Américas, sendo que alguns
monumentos construídos neste período continuam preservados, o que torna o
patrimônio arquitetônico dessa cidade muito valorizado. No Pelourinho, existem
mais de 800 casarões dos séculos XVII e XVIII.
Diversas igrejas e museus
completam a estrutura deste bairro, que, no passado, era ponto oficial de
tortura dos escravos. A cidade destaca-se historicamente, também, por ter sido o
principal porto do Hemisfério Sul até o século XVIII.
-
- Yés,
nós temos o maior carnaval do Mundo
-
Circuito Dodô: Para a maioria dos amantes do carnaval baiano, o surgimento do
Circuito Dodô representou para a festa, uma verdadeira revolução em termos de
infra-estrutura e conforto. A folia adquiriu, com o passar dos anos, o status de
maior festa popular do planeta, fazendo com que o circuito tradicional (Campo
Grande), se tornasse pequeno para um número cada vez maior de turistas e
foliões.
Este “novo” trajeto liga as belas praias da Barra e Ondina, num
percurso de aproximadamente 4 km, marcado em quase toda a sua extensão, por uma
vista estonteante da Baía de Todos os Santos. Blocos uniformizados, cada um com
sua atração, iniciam no Farol da Barra uma jornada mágica de alegria, que
somente depois de 6 horas, termina na Praia de Ondina.
Os últimos anos
marcaram o surgimento de camarotes superbadalados, alguns, inclusive, assinados
por personalidades baianas e artistas famosos. Suas instalações incluem buffet
de alto nível, acesso privativo à praia, pista de dança e shows entre a passagem
dos trios.
Na avenida, e fora dos blocos, a maioria do foliões,
conhecida como pipoca, promove grande agitação e alegria. Para essa galera, o
“point” de aguardados ou inesperados encontros é sempre o “beco” de Ondina, onde
os trios dão aquela tradicional “paradinha”.
Circuito Osmar: Foi neste
circuito que a Bahia presenciou os episódios mais marcantes da história de seu
carnaval. Seu trajeto de 6 km traz o charme dos casarões do centro e a aura de
muitos e inesquecíveis carnavais, numa história que começou com a fubica de Dodô
e Osmar, passou pelo deboche de Luiz Caldas, e ainda hoje, sacode com os hits
incomparáveis do Chiclete, Asa de Águia e Tibalada.
O percurso começa no
corredor da Vitória, corta a praça do Campo Grande, local de camarotes bem
badalados, e desce a longa Avenida Sete de Setembro. Até o seu final desta rota,
o fôlego e a alegria do folião serão rigorosamente testados, já que somente após
cerca de 7 horas e meia, o trio retorna ao Campo Grande marcando o final da
jornada.
Hoje, dividindo as atenções com badalado Circuito Dodô, o
carnaval no centro da cidade tem seus momentos áureos, justamente nos três
últimos dias da festa, quando os principais nomes da “axé music”, ainda
priorizam sua tradição.
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