Aconteceu no
último sábado mais uma edição do Miss Bahia Gay em noite que reuniu luxo,
beleza e glamour no Teatro Salesiano de Nazaré em Salvador.
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- Treze
candidatas disputaram o concorrido titulo de Miss Bahia Gay e ostentar a glória
da faixa para Representar a Bahia no Concurso Nacional que acontece em Novembro
(Falamos da edição baiana do Miss Brasil Gay).
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Durante o
desfile, a apresentação sempre magnífica da anfitriã Bagageryer Spielbergue
descontraía o público presente que lotou o teatro, cerca de 400 pessoas
estiveram presentes e o show continuava entre as pausas do desfile com apresentações
memoráveis de grandes artistas da cena GLS baiana.
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Dentre os
shows apresentados Sfat Auermann Trouxe a vanguarda de uma performance moderna
e cheia de efeitos visuais interpretando “Zombie” de The Cramberries e remixada
pelo Dj Chiquinho.
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- O ator
transformista Lion Schneider também surpreendeu o público interpretando “Meu Guri”
de Chico Buarque. A encenação foi
retratada de forma sutil e perfeita.
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- Quem
ganhou?
Foi
uma festa que misturou emoção e surpresa a cada
instante da competição, as candidatas representantes
de treze cidades do interior da Bahia tiveram seu
momento máximo de brilho e fama diante dos olhos
de centenas de pessoas que foram prestigiar o Miss
Bahia Gay.
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- No
meio de uma grande quantidade de gays um grupo de
estudantes da Ufba estiveram registrando
tudinho com máquinas fotográficas e caderninhos
de anotações para não deixar escapar nenhuma frase, palavras
e gírias usadas por
Bagageryer
Spielbergue sempre hilária e charmosa na hora de
comandar a apresentação.
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- A
sortuda da noite foi a Candidata da cidade de São Félix Miely
Beducht que
levou o primeiro lugar tombando a favorita ao título,
a candidata da cidade de Simões Filho Bruna Ravache
que estava linda e irradiante.
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- Melhor produção
- Este foi o
ano de superação do Miss Bahia Gay que em sua 12ª edição mostrou produção de
primeira, bem como grande profissionalismo na montagem do evento, desde a
iluminação até a concepção do cenário.
- As
concorrentes também capricharam em seus figurinos e o troféu desenhado pelo artesão
Moisés Souza era um destaque á parte.
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Baga sempre
brilhante na condução do espetáculo exibia um vestido longo vermelho e como uma
estrela possuidora de tantas virtudes ela se mostrava orgulhosa com o resultado do concurso deste ano,
que como sempre, não consegue patrocínios para que o evento possa oferecer uma
estrutura de premiações de melhor qualidade, mas que sempre conta com a ajuda
de amigos que se aliam ao seu brilhantismo e fazem gerar a receita necessária
de gastos de um concurso de proporções grandiosas como o Miss Bahia Gay.
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- Bola fora
O Miss Bahia
Gay assim como qualquer concurso de beleza originado de fotogenia, simetria e
outros atributos que compõem o espírito feminino aqui retratado na sua essência
gay, tem como prioridade julgar a
beleza e seu conjunto de questões aliadas aos atributos físicos e estéticos,
mas, pelo que observamos, erros cometidos pelos jurados se repetem a cada ano e
faz do concurso um verdadeiro balaio de gatos.
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- Alguns
jurados insistem em emitir opiniões que discrepam com o verdadeiro objetivo do concurso
que é o de julgar a beleza como um todo e não de particularidades, como
por exemplo: cor de pele.
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- Cabe a
coordenação do concurso rever e avaliar a escolha dos jurados que venham a
integrar o “corpo” de julgadores para um concurso de tamanha importância.
- Como dizia
Caetano Veloso: “O Júri é muito bonzinho mas é incompetente.”
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- Ressaltando
a perseverança da Diva Bagageryer Spielbergue na condução e realização de mais
um grandioso evento, mesmo com tantas dificuldades impostas em seu caminho,
Valeu!
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2006
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