Com cerca de 100 milhões de
cópias de seus seis álbuns gravados até agora, mais outros 41 milhões de singles
vendidos pelo mundo -o que a coloca como a maior vendedora de discos de todos os
tempos -, Whitney Elizabeth Houston tinha a quem puxar quando decidiu ser
cantora. Ela é prima de Dionne Warwick e filha de Cissy Houston,
cantora gospel que fazia vocais para Elvis Presley e Aretha Franklin. Sua
história é a mesma de muitas cantoras negras. Quando pequena, Whitney cantava na
igreja batista onde sua mãe regia um coro infantil e, aos 11 anos, já era
solista. Na adolescência, enquanto tentava seguir a carreira de modelo
(chegou a ser capa das revistas Glamour e Seventeen), acompanhava Cissy em
shows, além de fazer vocais para Chaka Khan e Lou Rawls. Em 1984, quando gravou
Hold Me com Teddy Pendergrass e a música virou um sucesso enorme, sua voz chamou
a atenção de Clive Davis, presidente do selo Arista, que rapidamente tratou de
ter a moça no seu elenco. A partir dali, esta foi a história da carreira, dos
lançamentos e das vendagens de discos de Whitney Houston:
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Não deixemos de dizer que Whitney se tornou nestes últimos tempos
um ícone Gay mundial, hits como Try on My Own (Praticamente o hino das Paradas
Gays no Brasil em 2004), But It's Okay de 1998 que até hoje
é tocada nas pistas de todo o país e I Will Always Love You que totalmente
remixada virou um tipo Hit mania nos anos 90 quando a estrela interpretou o
papel de uma cantora de sucesso no cinema juntamente com Kevin Costner.
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- Aqui na rádio Sonorous apresentamos um Hit que além de todas citadas se
tornou mais que hino, se transformou em um símbolo de uma geração que aliava atitude e ousadia, uma
viagem no tempo das melhores recordações de nossas vidas, onde o beijo na Boate
era mais gostoso e a curtição era intensa sem hora determinada para acabar.
- Greatest love
of All em versão
totalmente remixada
nos faz viajar nos
melhores dias de
nossas vidas e
faz descobrirmos o quanto podemos ser
o que somos e termos orgulho do que somos.
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