- 03.
de Julho de 2010
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- A segunda edição da Liberty,
que aconteceu na última quinta-feira
01, trouxe uma combinação perfeita
de público seleto, boa música e com mais pessoas no apertado espaço para fumantes do
que na pista lá em cima e do lado de fora, um "toró" retado estimulava os mais
assanhadinhos à paquera noturna dentro do club, homem bonito não faltou.
Nesta edição, o grande diferencial foi o espetacular Pacheco,
que conduzia nossos corpos a uma aparente transcendência com seu tribal
diferente, cadenciado e personificado em batidas frenéticas e groveadas,
revelando a sua peripécia arte de produzir além de esbanjar de uma técnicainquestionável.
Seu
set oscilou bastante mas em atenção
redobrada a cada track, percebi o desenvolver
de uma nuance sonora que contrastava
com timbres que se destacavam como exclusividade
de suas invejadas produções.
É
um tribal que não fica no basicão tocado
pela maioria dos DJs deste segmento,
nas mãos de Pacheco o estilo fica mágico
e até quem não é muito fã da vertente
se deixa levar pelo batidão e no mínimo,
balança o ombro embalado pelo ritmo.
Claro que não posso deixar de falar do DJ Arhur, encapetado
na pick’up e extremamente inspirado.
A
carrapeta ainda se preparava para a Top Top Anne Louise, responsável pelo after do amanhecer do Dois
de Julho em Salvador.
Foi uma noite opaca, mas longe de ser fraca e sem que
percebamos, as horas foram se passando rapidinho e remetiam a uma contagem
regressiva para o jogo do Brasil que acontecia no dia seguinte.
- Se tivéssemos uma bola de cristal para sabermos
antecipadamente o resultado
do jogo rsrsrsrs... Enfim, Pacheco pode
não arrastar multidões por aqui, mas que o som do negão é bom, ahhh isso é!
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