- E foram
quase duas mil na Pride de Carnaval...
- Faltou pouco
para duas mil, foram mil e oitocentos alternativos que compareceram a edição
especial de Carnaval da Pride que aconteceu neste sábado 10.02.2007.
- No centro
Náutico da Bahia, duas pistas foram montadas, em cada uma delas dois estilos
diferentes animavam a turma.
- Muito
Psytrance e figuras cheias de informações ferveram a primeira pista enquanto o House e suas vertentes dominaram a
pista dois abarrotadas de malhados, gobys transadas e um visual deslumbrante para a Bahia
de Todos os Santos.
-
Logo na
entrada uma bandeira GLS de quase 5 metros tomava a frente do Centro Náutico da
Bahia simbolizando para todos que a diversidade à priori, era a principal viga
de sustentação da mega e-party.
- Luzes cênicas
e um tapete vermelho ganhava destaques na decoração que utilizou móbiles psicodélicos
com floor e luz negra para destacar as linhas da décor.
- A pista psy
utilizava uma décor mais underground com símbolos que lembram o movimento
psytrance, a iluminação contrastava com laser e muita luz negra também,
enquanto a pista de House trazia detalhes mais alegres como um globo de vidro,
telão de alta dimensão, moving lights coloridos, fumaça e os famosos móbiles que já
falamos acima.Tudo muito
bacana e moderninho!
-
- Os
performáticos
Primeiro foi
Yuka Chan a japonesinha que desde o Carnaval de 2006 andou sumida da cena
alternativa reapareceu na Pride mostrando toda a sua beleza e charme, sambando e
executando movimentos sensuais numa faixa exclusiva que misturava batidas de
samba com música eletrônica, o público viu, gostou e aplaudiu.
- Depois foi a
vez de Sfat Auermann anunciada como o símbolo das festas eletrônicas na cidade
a top Drag mais uma vez chamou atenção com uma performance abusada. Sfat não se
limitou ao palco e desceu, subiu na estrutura de alumínio que sustentava a
iluminação, a cada momento o público ovacionava a louca performática e depois
um jato de água no meio da pista serviu para refrescar o calor da madrugada e
brindava a ferveção bombada que foi a Pride edição de Carnaval.
-
- Alguns
errinhos...
Alguns
detalhes técnicos como problemas nas remixagens dos Djs, falhas na execução
de clipes
do Vj, espaço das performances e problemas na sonorização implicaram um pouco
para que a festa fosse 100%, mas como o clima carnavalesco favorece a
tudo que se diz respeito à ferveção os erros passaram-se despercebido para
alguns e baianos e turistas estavam a fim de curtir a boa vibe que a festa oferecia.
-
- Um público
formador de opinião esteve presente, a tribo alternativa de Salvador estava em
massa na Pride, os organizadores conseguiram atingir um público que até então não
tinha atingido em seus eventos passados, aquele público mais exigente, mais
adulto.
-
A
produção foi vitoriosa
também na quantidade enorme de pessoas, a festa lotou e quem pensava que os
organizadores não
fossem conseguir esta ousadia por se tratar de uma divulgação em apenas 15 dias
e em pleno mês de carnaval
ficou enganado, Renato Passos e Sukito conseguiram montar uma estratégia de divulgação
poderosa desafiando a linha do tempo, aliando á um flyer de primeira qualidade, divulgação extensa na mídia
GLS de maior acesso ao público alternativo principalmente aos exigentes e divulgação
externa infalível aliando hotéis e academias, resultado; turistas e malhados
compareceram aos montes e embora a festa tenha sido direcionada para o público
GLS, se via também uma grande quantidade de casais hetéros curtindo a festa e
adorando toda aquela atmosfera.
-
- A
Pride seguiu todo seu padrão de festa que tem um
alto teor de alegria, descontração, cheia de performances
variados estilos musicais e super lotação de GLS
que em sua maioria se fez presente. Como manda o
figurino a Pride conservou o seu conceito o que
resultou em um sucesso merecido, grandioso!
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Veja
aqui a cobertura completa da Pride
Assista
o
clipe da performance abusada de Sfat Auermann na
Pride
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