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- Como pode um gay ser militante comunista?
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@Por
Cesar
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- 09.02.2010
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Esta pergunta mostra um daqueles absurdos causados pela ignorância, falta de
estudo ou má fé mesmo. Em todos os países ditos comunistas ou socialistas, os
homossexuais historicamente sempre foram exterminados e tratados como lixo
humano por seus regimes totalitários. Em Cuba, por exemplo, homossexuais
identificados são proibidos de sairem às ruas, apanham regularmente da polícia
política, são presos e muitas vezes executados sumariamente.
Na antiga
URSS e por décadas, centenas de milhares de gays foram enviados a campos de
trabalho onde morriam de frio, fome e espancamentos na Sibéria e Casaquistão,
simplesmente por serem o que são e constituírem, segundo o governo socialista,
uma ameaça à saúde pública e à moral da sociedade
soviética. Na China, Albânia, Bulgária e Hungria idem. Na Romênia, a orientação
oficial de Nicolae Ceaucescu para a sua polícia política, a temida Securitate,
era a de, em caso de homossexuais flagrados em sexo, proceder o devido
espancamento ou execução no local como exemplo público.
Isso
se deu maciçamente nas décadas de 50 a 70, sob protestos da comunidade
ocidental, da Igreja Católica e da ONU. Ou seja, homossexuais quando flagrados,
já saiam carregados envoltos nos próprios lençóis, como mortalhas. Pergunto:
Como pode um gay, diante desses fatos históricos inegáveis, ainda declarar-se
militante comunista-socialista? Isso equivale a judeus declararem-se militantes
do nazismo, a ideologia que exterminou mais de 6000.000 de indivíduos de seu
povo.
Os únicos países em que homossexuais estiveram sob a proteção das
leis e dos direitos humanos para minorias, onde foram tratados como cidadãos
comuns, com direitos de expressão, reunião e associação garantidos, foram nas
democracias capialistas ocidentais, como França, Inglaterra, EUA, Brasil entre
várias outras na Europa e Américas. Alguém já viu alguma passeata gay como a de
São Paulo, ocorrer em Havana ou Pequim? Alguém já viu trens lotados de
homossexuais sendo enviados para o extermínio lento em campos de trabalhos
forçados nos EUA, no Brasil ou na França?
Os problemas enfrentados por
gays em nosso País, e em outros democráticos, são brincadeira de criança frente
à truculência genocida que enfrentaram e enfrentam nos países socialistas. Tais
atrocidades só têm paralelo com aquelas praticadas nos paises islâmicos, que
historicamente executam homossexuais em praças públicas, por apedrejamento,
decapitação e até empalamento.
Diante disso, pasmem, os partidos
comunistas brasileiros estão recheados de homossexuais, militantes fervorosos,
alguns deles bastante conhecidos. Ou são ignorantes, ou da mais pérfida
falsidade consigo mesmos e para com os de sua comunidade comportamental.
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