em busca de dar o c* eu é que acabei comendo...

 

 

Que que é queridilhe? Vai querer encarar? Não me vem com garfo que hoje é sopa e eu tô nervoooooosa... afe, fala sério, não sou obrigada não. Posso ser caricata, mas não sou palhaça!
Quem disse que sou obrigada a ir animar uma festa de aniversário e ter que agüentar uma guria olhar pra mim e dizer: “olha mamãe, a bruxa Keka...”, ah qual que é? Depois quando a gente bate em criança é porque somos más... da próxima vez juro que levarei um spray de pimenta pra cegar o primeiro pirralho que me dirigir a palavra.
 
Tô revoltada mesmo, e daí? Não tá gostando? Processe-me.
 
O quê? Ah não, você não está perguntando o porquê de eu estar revoltada né? Tá bom, tudo bem eu conto, quem sabe se eu extravasar um pouco eu me acalmo.
 
Tudo começou quando eu estava em casa (é queridilhe agora eu evoluí e estou dividindo um apê com uma amiga travesti. Adeus quartinho de pensão...), quieta, na minha, sem pensar em nada, até que ela chegou, no começo veio bem discreta e calma, mas logo resolveu vir com tudo e tomar conta do meu corpo, uma imensa vontade de dar o c*... Eu até tentei me controlar, fiquei em frente à TV assistindo ao João Kleber pra tentar aumentar a cultura... mas não consegui, a vontade de dar o c* era maior e acabou vencendo...

Então resolvi ir à luta, peguei algum dinheiro que me sobrou da ultima compra do mês e fui caçar. Quando cheguei ao famoso ponto de pegação os michês já me olharam com cara de “Sai daqui trucosa”, acho que a combinação de sandália havaiana verde limão com a blusinha amarelo ovo e calção de lycra vermelho não agradou...

Mas eis que de repente um negão veio em minha direção, ele me disse “E ai?” e eu super comunicativa respondi: “Só tenho R$10”. O negão me deu um sorriso que não vou chamar de colgate pois seria muito abuso né? Mas enfim, por ““dezão” eu não podia exigir muito né?

Fomos até o apartamento dele, e é mais ou menos por aí que começa o meu desespero. Assim que chegamos ele já foi tirando a roupa toda e quando eu pensei que ele fosse me pegar, me possuir e fazer de tudo comigo, ele simplesmente vira de quatro e diz: “Vem, me possui todo, adoro assim...”. Ahhhhh não beeeesha, já ia pagar “dezão”, ainda ia ter que fazer a linha ativa? E com aquela vontade de dar o c*? Ai eu me revoltei coloquei as mãos na cintura e disse “EEEEEEEEEEEIIIIIIII, perae, tá pensando o que? Que só porque é “dezão” vai ser como você quer? Nã nã ni na não.... vai tratado logo de fazer o serviço...”, tirei toda minha roupa e me joguei no sofá e esperei, mas ele ainda veio me implorar “Pelo menos me faz um cunete, vai...”.

Aaahhhh besha, muito abuso né? Mas tudo bem, como já disse, por “dezão” eu não podia exigir muito então lá fui eu. Abri o dele, disposto a uma bela cunete. Mas percebi que a caneta com a qual ele havia assinado o cheque estava vazando, de modo até a fazer fiozinhos nas bochechas da bunda, que ficou parecendo uma zebrinha. Além do cheiro do feijão de ontem, já bioprocessado, quase jantei de graça... e foi isso que me deixou mais irada beeeeeeesha.

Ah fala sério, o que custa ser um pouquinho zeloso e fazer uma chuca (até hoje não sei se isso se escreve com CH ou X, alguém me ajuda?) básica hein? Um desgosto, não é mesmo? Mas quem se arrisca a cutucar CUmbuca sabe muito bem onde e no que está mexendo. E, embora o que entra no rabo seja uma delícia, o que pode sair de lá nunca é muito bom... Higiene é fundamental. Assim, pensando nas inúmeras bills que devem ter problemas com isso resolvi fazer um pequeno manual do c* limpo... passo a passo...

PARA DAR SEU C*, MUITO LIMPINHO:

1. Se conseguir eduque-se para despachar sua encomenda fecal pelas manhãs, ao acordar. O esquema é sentar no vaso e forçar um pouquinho. Depois de algum tempo começa a vir e daí você passa a ter um controle maior sobre a função.

2. Vá ao banheiro com algumas horas de antecedência. Geralmente, se você enfiar um dedo no seu rabo, poderá tocar "a criança", se ela estiver prestes a nascer. Como mãe desnaturada, livre-se dela.

3. Faça a já famosa chuca: já no banho, retire o chuveirinho da ponta da mangueira e introduza com delicadeza no seu rabo, deixando a água morna fluir (enfermeiros consultados - que vivem a fazer isso nos hospitais - falam que a água fria é menos agressiva...). Alguns curtem isso como prática sexual das melhores.

4. Sentiu a revolução interna? Sente no vaso e despache este Tietê, carregadaço. A sensação é de uma diarréia daquelas. O legal é repetir a operação, já introduzindo um pouco menos de água na caixa retal.

5. Cuidados: com a qualidade da água que você faz isso. Você deve saber o que rola no abastecimento da sua região. Afinal vai que ao invés de botar pra fora, você acabe colocando mais merda pra dentro?

6. Outra maneira: pegue uma garrafa de polipropileno (isso é só uma maneira mais chique de falar das garrafas de coca de dois litros). Encha de água morna. Bombe aquilo no seu cu, energicamente. Repita por uma ou duas vezes. O resultado poderá ser visto na garrafa, nadando como peixinhos mortos (agradável né?).

7. Mais uma maneira: comprar uma ducha pronta, na farmácia. Uma delas é o Fleet Enema. Alguns falam que seu c* pode ficar um pouco ácido, mas é uma boa saída.

8. Profissional: uma boa e suave infusão (isso significa chá tá? Mas não esquece de coar o babado, senão o resultado pode ser catastrófico...) de erva doce, camomila, erva cidreira, menta e água mineral. O cu fica um brinco, mas é preciso ter um clisteres, aquele equipamento de lavagem hospitalar. (Essa é para aquelas bichas finas e perfeccionistas, que adoram fazer c* doce.).

9. Nada disso tem contra-indicação, apesar de muitos dizerem que a chuca acaba com seus bichinhos marinhos de estimação (flora e fauna do sistema digestivo). Eles se recuperam rapidinho.

ETIQUETA DO SERVIÇO DE COMPENSAÇÃO DE CHEQUES:

1. Você checou: Seja uma bicha fina, desculpe-se, acalme-se, não faça escândalo, e nem use e velha frase “Isso nunca me aconteceu..." o cara vai sacar que você é a maior usuária do cheque especial... vá se lavar imediatamente... ah e pare de fazer merda de K.Y...

2. Você foi checado: Um - não fale nada. Dois - desenrole a camisinha (espero que você esteja usando uma...) ao contrário, pra não ter contato com a merda alheia e procure um cesto de lixo (não jogue nos vasos, entopem encanamentos...). Três - dê um tapinha na bunda do seu parceiro que ele entenderá.

3. Cheirinho de merda na suruba? Finjam que não é com vocês, falem do tempo e saiam de fina, acreditando que todos os olhares são porque foram confundidos com astros de Hollywood. Usem raybans.

4. Se você é bicha virgem, avise. Seu parceiro saberá que você ainda tem pouco conhecimento do seu corpo e que não consegue controlar o rego. O constrangimento é menor. Mas aprenda rápido, ok? (pois ninguém merece bicha lesada... detalhe, isso só funciona se você realmente for iniciante, caso não seja o parceiro vai notar e senhora estará fudida, literalmente.).

5. Contornada a situação? Voltem ao trabalho, isso acontece. É a velha história do rabo, de saber que dele não surgem flores, apesar do adubo...

Espero que tenha sido proveitoso. O humor porco é para saber que temos com lidar com isso na boa, faz parte. Sabendo usar não vai faltar. E não façam como o negão, que achou que só porque me chamava Mayzzena podia jorrar um vatapá em cima de mim... por isso mesmo resolvi mudar de nome mais uma vez, agora tenho nome e sobrenome tá: MAY ZENNAH. Agora ninguém confunde... Só espero que a bicha Walber aprenda logo a escrevê-lo, se bem que agora ele pode fazer a linha fina e me chamar apenas de MAY né? Pra ficar mais fácil pra ele...

Vida de caricata é isso... beijos pra todas...

May Zennah

mayzzena@hotmail.com

(41)8407 8464

Vida de caricata é isso!
Beijão maravilhoso pra todas,
Mayzzena - A genérica
mayzzena@hotmail.com

 

 

 

Contatos Com Mayzenna: A genérica
(41) 8407 8464 e (41) 8408 0843

 

 
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