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Hey
Deejay!!!
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Anos de Off Club- Entrevistamos Rafael Calvente,
o Dj carioca convidado para animar a noite de
aniversário do club mais famoso e querido de
Salvador
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Rafael
Calvente começou sua carreira de DJ em 2002, depois de cinco anos viajando
pelos os EUA e Europa, este Balzaquiano de 35 anos tornou-se um fanático pela
música eletrônica.
Influenciado pelo seu grande amigo - o veterano DJ Tim Outland - depois de
muita resistência, Rafael resolveu comprar seu equipamento e começar a botar em
prática aquilo que tanto amava.
- Aos
poucos a cena carioca dava destaque para a técnica
perfeita e o bom gosto na escolha dos sets que comandariam
futuramente uma das festas de maior sucesso do Rio
de Janeiro, a E.njoy.
- Considerado
um dos melhores Djs da atualidade, Rafael está de
malas prontas para desembarcar em Salvador pela
primeira vez para comandar a festa de oito anos
da Boate Off club, o famoso point moderno da turma
GLS baiana.
- É
com Rafael que conversamos e certificamos que "Beleza
é apenas um ponto de vista" como ele mesmo
diz. Com certeza, profissionalismo ele tem e de
sobra!
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- Entrevista
por Davi Santos em 03 de Outubro de 2007
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- Quando você começou a
profissão de Dj e o que te levou a ser Dj?
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- comprei meu primeiro mixer em 2002, por influência de um grande
amigo meu , o dj veterano Tim Outland. Eu fazia faculdade nos EUA, fui introduzindo
a house music em 1998, em NY, Frankie Knuckes foi o dj que me enfeitiçou, considero
ele o pai da house-music possuindo um ''feeling'' incomparável.
Eu sempre fui fanático por música eletrônica e desde novo me
interessei por todo tipo de música e estilos.
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- Depois de ter
se aprofundado na música eletrônica como foi constituído o caminho para o
sucesso e a primeira apresentação para o grande público?
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- Depois de
comprar meu mixer e cdj’s, eu passei meses trancado em casa refinando minha técnica, passava horas tocando sozinho, experimentando novos sons, etc...
- Em 2002 um dos clubes locais começou um projeto semanal, do qual
me tornei residente.
- Retornei para o brasil em 2003 e pouco a pouco fui conquistando
meu espaço. Paralelamente eu ganhei a residência da e.njoy e cresci junto com a festa criando uma sonoridade
própria
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- A e.njoy foi a primeira
party em apostar em você e em pesquisas realizadas diz-se que a festa é a
preferida das bees malhadas cariocas. O que existe de identidade entre a festa
e o Dj Rafael Calvente, tendo em vista que é notório um Dj com uma beleza
consideravelmente perfeita atrair uma legião de lindos também?
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- Hehehe, sempre me perguntam
isso...
- Eu não sou hipócrita de falar que a beleza não ajuda, principalmente
no meio gay onde a estética é super valorizada. Acho que a imagem é importante
em qualquer trabalho que você lida diretamente com um público grande, mais tenho
certeza que a música e o talento sempre prevalece especialmente para quem deseja
uma carreira longa e sólida.
- Acho que é importante ter carisma, se comunicar com o público
através da música, passar sentimentos ,
tocar com alma, pesquisar. Isso eu faço com a intenção de estar sempre melhorando
e apresentando uma melhor técnica a cada dia.
- A troca que eu tenho com o público
vai muito além das aparências, beleza é uma questão do ponto de vista de cada
um e o profissionalismo passa a ser notável quando você prioriza o seu amor pelo
que você faz e passa a pesquisar de forma incansável.
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- Você já tem um histórico de
sucesso no Rio, mas o que é lhe dar com a concorrência dentro da cidade
maravilhosa, onde existem grandes profissionais como você?
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- É super tranqüilo,
me dou bem com todos os djs. Acho que cada um tem seu estilo e seu público, as
pessoas que curtem o meu trabalho sabem do meu comprometimento com a pista, meu
repertório e minha criatividade são o meu forte, eu sempre tento passar uma
''vibe'' especial a cada festa, criando uma jornada.
- A minha pesquisa e busca por sonoridades novas é quase que
compulsiva somando repertório e criatividade.
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Como foi a sua experiência
pela Europa?
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- Eu fui
fortemente influenciado pelo house americano, presenciei sets memoráveis de djs
como Victor Calderone, Peter Rauhofer, Abel etc....
- Quando comecei a tocar me espelhei na sonoridade deles, e aos
poucos fui criando meu estilo e amadurecendo. Quando comecei a tocar em Phoenix
eu já tinha um estilo próprio.
- Em 2002/2003 fiz minha primeira viagem a Londres, Amsterdan,
Espanha, a sonoridade de Londres era
novidade para mim, fiquei fascinado e fiquei três meses por lá, imerso no
underground , saindo para dançar todos os dias e pesquisando tendências
nas lojas de discos.
- Tudo isso trouxe um influência incrível para eu achar o que eu
buscava como profissional.
- Londres é apaixonante, a cena de lá é incrível,
tenho certeza que a Europa fortaleceu o meu estilo próprio e me
fez mais seguro em relação a escolha que fiz em ser Dj.
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- Esta é a primeira vez que
vem a Salvador, qual a sua expectativa em tocar por aqui tendo a responsabilidade de comandar a festa de 8 anos do mais famoso e querido club
GLS da cidade que é a Off club?
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- Não conheço salvador mais sempre gostei da energia das pessoas
que moram lá e são minhas amigas. Salvador tem uma musicalidade nata, ritmos
incríveis, quero poder compartilhar toda essa energia.
- Vou me dá por inteiro na
vibe que eu possa proporcionar de bom e de positivo e o público pode esperar um
set pra cima, sexy, cadenciado. Meu objetivo é não deixar ninguém sair da
pista, levar todos numa jornada onde só a música eletrônica poderá proporcionar
esta viagem. Tocar na festa de 8 anos da Off club só aumenta essa vontade de
mandar bem....marcar minha passagem .....
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- Ping
Pong
- Idade: 35 anos
- Signo: Gêmeos
- Cidade
onde nasceu: Rio de
Janeiro
- Um
desejo: Tocar ao
redor do mundo
- Uma
atração: Uma pista
em sintonia
- um
Objetivo: Trabalhar
a minha espiritualidade
- Uma
griffe: Penguin
- Um
perfume: Lacoste
- Um jeito
de vestir:
Confortável
- O que
mais gosta na outra pessoa: Senso de humor e inteligência
- Sexo: com meu amor
- Prato
favorito: Feijoada
- Uma
cidade: Rio de
Janeiro
- O que
falta na sua vida: Mais
equilibrio
- Resuma a
sua vida em três palavras: Música, dança, amor.
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