Depois de
contar com o apoio da Igreja Católica Apostólica Romana e também do governador
do Amazonas, Eduardo Braga, o movimento Amazônia para Sempre – criado por
artistas e intelectuais brasileiros e que tem por objetivo promover a
interrupção imediata do desmatamento da Floresta Amazônica - passou a contar com
a adesão de mais um segmento da sociedade. Dessa vez do Movimento GLS.
"Estamos muito contentes com todo o incentivo que estamos recebendo dos
diversos setores da sociedade", diz Paulo Zanon, assessor do
Amazônia. Segundo Paulo, o movimento já conseguiu aproximadamente 420 mil
assinaturas e seus idealizadores - Christiane Torloni, Victor Fasano, Juca de
Oliveira e Cláudio Gomide - visam obter 1 milhão delas.
- "Este é o total que precisamos para que o nosso documento passe a
valer como um abaixo-assinado, em frente ao Congresso Nacional", explica
Paulo.
Com o número de assinaturas atingido, Paulo explica que a meta é
implementar a lei descrita no parágrafo 4º do artigo 225 da Constituição
Federal, que propõe a interrupção imediata do desmatamento da Floresta Amazônica
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