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26
de Novembro de 2010
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- A OAB-Ceará vai apurar as denúncias contra o advogado Fabricio Franco,
acusado de homofobia depois
de ter espancado um homossexual no bairro Joaquim Távora, em
Fortaleza.
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- O advogado disse à policia que não se trata de um ato homofóbico, mas um
revide a agressões verbais e ameaças que ele estaria sofrendo de Vitor Edson
Sezanni.
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- Segundo o advogado do centro de apoio ao advogado da OAB-CE, Robson Sabino,
Fabricio procurou a ordem neste sexta-feira (26) e confirmou as agressões, mas
negou homofobia.
- Mesmo assim, a OAB vai apurar se houve caso de violência por preconceito e se
for confirmado, o advogado pode ser expulso da ordem.
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- De acordo com o presidente do Grupo de
Resistência Asa Branca (Grab), também é difícil conter a homofobia e
punir agressores por vergonha das famílias das vítimas e, principalmente, pela
falta de uma lei específica que criminalize as agressões contra
homossexuais.
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- Pancadaria se iniciou na rua
- A agressão aconteceu nesta quinta-feira (25), na rua onde moram vitima e
agressor. De acordo com testemunhas, o acusado, Fabricio Franco Ponte, iniciou a
pancadaria no meio da rua Professor Carvalho, no bairro Joaquim Távora.
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- Segundo testemunhas, o Ronda do Quarteirão foi chamado para atender à
ocorrência, chegou a escoltar o advogado até próximo ao 4º Distrito, mas
Fabricio se apresentou sem a presença dos policiais do Ronda.
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- Dúvidas e respostas em relação aos policiais
- A advogada da vitima quer saber porque os PM's não levaram o advogado até à
delegacia e não autuaram Fabricio em flagrante por agressão.
- De acordo com o comandante do Ronda do Quarteirão, coronel Werisleik Matias,
os policiais que atenderam a ocorrência informaram ter constatado apenas
agressões leves e, por isso, não conduziram Fabrício Franco ao 4º DP.
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