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23
de Novembro de 2010
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- Depois de quase três anos de jejum da Platinum, estive no
último sábado 20 no Caís Dourado – Levado pelos meus amigos Gedean, Gelis e
Eduardo – para curtir a festa que, segundo as noticias publicadas até mesmo
aqui no FD, a que gerou mais polêmicas no ano de 2010.
A questão dos seguranças levou muitos a imaginar que seria impossível
retornar a eventos com a marca Platinum temendo represálias, agora imaginem, eu
fui e me dei de cara com uma simpática profissional de segurança que me recebeu
super bem na entrada do evento. Cheguei a elogiar o sorriso dela. Parece até sarcástico
de minha parte, mas que apenas “pareça” afinal, não sou de ficar remoendo
picuinhas e nem de misturar opiniões alheias, noticias do Farofa e
disse-me-disse com a minha pessoa, Davi Santos.
- Voltando a Platinum...
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- Nesta edição a produtora investiu em um live show, modelo de
party que vem fazendo bastante sucesso no eixo Rio-São Paulo. Para comandar o
live Vanessa foi a escolhida.
- A filha de Zezé de Camargo, totalmente desnuda de clichês e
pudores, enterrou a carreira de cantora melancólico-romântica e apostou num
estilo mais arrojado, defendendo dessa vez as batidas da música eletrônica,
interpretando alguns hits de divas como Beyonce, Madonna e Lady Gaga e
empurrando hits antigos de quando ainda usava Melissa com meia cor de rosa.
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- Sem aquelas grandes produções que nós estamos
acostumados a ver, o show de Vanessa não tem uma base formada de repertório e
visual, apenas dançarinos que complementam um vazio no palco que dá até pra
perceber um certo improviso.
- Um exemplo desta confusão sonora é o momento em que ela faz
um medley das canções de Lady Gaga, Madonna e Mika, as músicas são
acompanhadas por batidas estranhas que horas parece funk, horas parece um dellay
programado, tudo sem harmonia exceto o sucesso "Falling for You", carro-chefe
do CD da cantora, produzida pelo DJ Mr. Jam, responsável por grandes sucessos da
"pop music".
O show teve seu ponto alto apenas nos primeiros minutos,
depois, um certo esvaziamento era perceptível, mas teve quem gostasse, na
frente do palco os mais tietes cantavam os hits da cantora e ainda faziam
dancinhas, dando um tom divertido no momento do live.
A galera mais fervida ficou nos arredores da pista
aguardando Grá Ferreira. Após 40 minutos de show o mestre Chiquinho trouxe todo
seu batidão preparando a entrada da paulista residente da The Week que veio em seguida.
Quando Grá entrou, um mar de homens malhados se concentraram
na frente do palco e a noite parecia começar naquele momento quando a Platinum
suspirava fortemente e despertava a galera para o pioneirismo dos produtores
Cintia e Rone no mercado de festas alternativas.
As próximas horas de festa foram marcantes, energia ótima
de um
público que neutralizou um divisor de águas dentro da própria festa. Esta
edição, embora não tenha tido uma quantidade considerável de público, segundo o
que eu visualizei, mostrou a imponência da marca Platinum, me fazendo perceber
que seus produtores estão muito afim de "arrumar a casa".
Eu curti bastante, prova disso foi a minha saída
da festa, só quando
desligou o som!
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