Passaram-se
7 dias que estive em São Paulo e parece que foi ontem quando cheguei e me
deparei com aquela Selva de pedra tão linda de se ver e estar.
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- Sinceramente
falando, a cidade de São Paulo tem um pouco de bucolismo em seus prédios suntuosos
e erguidos de forma grandiosa, nas ruas em que andei tive a sensação de medo
misturado à emoção, aquelas pessoas passam pra lá e pra cá, ruas cheias e uma
cidade a mil por hora.
Do quarto do
hotel dava pra ver a Igreja da Consolação, lindo templo que se ergue em meio a uma
avenida transposta pelo minhocão, um conjunto de vias ligadas a um só caminho.
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- Descendo a
república me deparo com um belo conjunto arquitetônico de prédios e casas
antigas, a freqüência de modernos de atitude afirma aquele como o apicentro gay
da cidade.
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Um pouco de
nostalgia em seus prédios antigos mais bem conservados e ônibus interligados a
cabos elétricos dão um certo charme londrino alias, São Paulo tem um pouco de
muitas cidades e o cheiro de muitos paises, uma policultura exagerada de quem
chega e não quer mais ir embora.
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- No percorrer
da caminhada sob um sol frio e gostoso de sentir sobre a pele, chego no Arouche,
lugar tão falado nos programas de Tv.
Passei
no Shopping Frei Caneca, não resisti às camisetas
básicas da Heringue, comprei duas, já são 31, só
de cor branca são sete. ao sair do shopping uma
kitanda de frutas bem arrumada e com bacaxi, melância,
melão, tudo cortada para deguste me deu água na
boca. Eu Tiago e a miga dele caimos nas frutas.
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- No último
dia de permanência na cidade pude sentir mais próxima uma São Paulo que não se
esconde por traz das terríveis manchetes dos jornais ou do sensacionalismo barato
das Tv’s abertas que buscam audiência a qualquer preço. Ela se mostra pacifica
em muitas questões e relativa á muitos problemas que não são diferentes das
demais metrópoles brasileiras.
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- Vi a questão
social, desabrigados, pivetes e mendigos, mas nada que viesse a ser motivo de um
destaque na página policial.
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Tudo em São
Paulo é mágico e nos prende até o último, ahhhh o Copan do arquiteto Oscar Niemeyer,
considerado um marco da arquitetura moderna, fotos+fotos+fotos...
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- No aeroporto
ainda se ouvia comentários da Parada Gay e enquanto observava a tabela de vôos
e aquele conjunto de números, horas rodando a cada segundo, passa na minha
frente um casal de rapazes de mãos dadas com uma mochila exibindo uma bandeira
de arco-íris, peço para fazer uma foto deles dois e eles se mostram simpáticos
e respondem “Pode
sim”
- E
chega o momento de entrar no avião e vê-la de
lá de cima toda iluminada sob um céu de nuvens cinzas, numa cidade colorida e
acolhedora.
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- Seria ótimo
que as pessoas pudessem ver através dos meus olhos a doce São Paulo que não
esquecerei e que me deixou marcas profundas de alegria e prazer, sentimentos
que me fizeram chorar de uma saudade de quem não desejaria mais te deixar, mas
que seja breve a minha volta... e meu nego que me espere!
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