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Recapitulando...
Analisem, isso tem lógica...
Esta semana estive com
alguns amigos reciclando a velha e demorada resenha rotineira, quando entrou em discussão a cena
alternativa e esta grande “chamada” revolução que anda acontecendo em relação a
festas amadoras e as profissionais.
- O lado positivo
- Nesta questão, sair da
rotina e agregar as descobertas à novidades que andam acompanhando o
desenvolver de uma nova cena. Não acredito que existem re-inventores de festas, existem
pessoas de atitude que se propõe a introduzirem um novo conceito de diversão
já que o padrão
gay que os promoters tradicionais determinam para movimentar o mercado de entretenimentona Bahia
está naufragando na mesmice.
- O lado negativo
- Existe a deturpação de
idéias que atropelam até a própria personalidade de quem está determinado a
mostrar uma nova face da cena, diga-se os aprendizes de promoter. Despreocupados
de situações absurdas ou constrangedoras que possam gerar aos frequentadores
que vão a estes tipos de eventos, a galera amadora abusa do
improviso e
lançam propagandas enganosas de seus próprios eventos, é a história de; Querer ser o que não pode ser! E com
esta lógica, quem vem com o objetivo de valorizar
a noite acabaencontrando no caminho uma decrescência da cena como um todo.
Diante a tantas situações
boas e ruins, meu equilíbrio de expressar e ter uma opinião formada sobre
tudo isso acaba sendo recebido com negatividade por aqueles que não aceitam
criticas, não procuram corrigir os erros que aponto em textos e nem se quer
procuram construir seus castelos de acertos no
decorrer da sua maturidade. Teimam em apostar nos mesmos erros.
Sem temer a riscos e a
infames e mínimos e-mails maliciosos, vou continuando a minha caminhada e procurando me concentrar
na opinião de quem realmente interage com a mente e consegue exercer o papel
de crítico, mais sei abstrair desse, aquele que
mete o pau na tal festinha com raiva, simplesmente porque seu estabelecimento está
vazio, seu bar não lotou, seu acarajé não vendeu...certamente a noite flopou devido à festa dos tais amadores
que vem atraindo um povo, mesmo que seja considerado o povão freqüentador dessas
loucuretes e também, recentes fiés na freqüência dos espaços gays da cidade.
- Uma
pausa no assunto acima para uma outra questão
- Compreendo até a opinião "do
ou da" Michelly no Orkut em relação á Drag Music, sub-entendido por ela de que
sou contra o estilo e acabo agindo com certo preconceito .
Devo discordar, não tenho
nenhum tipo de preconceito com a Drag-music, club-house ou club-divas, como
quiserem rotular, mas acho que se a festa determina um conceito temático ao
qual é atribuído durante a concepção de marketing no mês que antecede ao
evento, é necessário que siga este conceito e não atropele a si mesmo, porquê
pode gerar um certo desreispeito com o público mais
exigente que foi acreditando em alhos e encontrou bugalhos.
Ai vem à
questão do primeiro parágrafo acima.
- Juntando
tudo isso cheguei a uma conclusão
- Está todo mundo bebendo
muito Red bull pra ver se cria asas. Eles acreditam no efeito de mídia gerada
pela
propaganda, esta sim é infalível e tem o poder nas mãos. Mas tem gente por ai
subestimando este poder e sem saber o bêabá da cena gay
acredita que uma certa mudança chegará como relâmpago e que vai trazer no
saco do papai Noel um brinquedo totalmente renovado ou do outro mundo tentando
transformar festas amadoras lotadas em potes de
ouro. Pena, se já andam falhando no começo imaginem o final de tudo isso.
Eles não entenderam o meu
toque.
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