Blog do Davi

  As aparências enganam e muito.
É preciso pensar antes de agir, pois todo ato pessoal pode gerar uma conseqüência coletiva, negativa ou positiva. A vida em sociedade traz responsabilidades, já que muitas vezes nossas escolhas refletem e interferem na vida alheia, e as leis – morais, éticas, jurídicas – existem para mediar as relações dos indivíduos e prezar pela organização e pelo respeito mútuo.

Por outro lado, nada mais justo do que poder fazer o que quiser, afinal, cada um cuida da própria vida como bem entender. As decisões são pessoais, e diferem de acordo com a visão das pessoas: o que fazer com sua vida, seu corpo, seu dinheiro, sua família, sua casa, é dever e problema exclusivamente seu. Soltar-se das amarras que limitam nossas ações é uma maneira de viver plenamente a liberdade: o livre-arbítrio como regra absoluta e indiscutível.

Há diversas maneiras de pensar o assunto, mas tudo o que fazemos causa reações, e é nelas que precisamos pensar para tomar decisões e fazer escolhas. A vontade pode, ou não, superar o bom senso, mas, no final, apesar das leis e limitações, somos livres para fazermos o que quisermos... e também para lidar com as conseqüências.

Pensando nisso refleti sobre o que leva alguém, tentar te interrogar e colocar em questão o que você tem ou deixe ter sem nem te conhecer, fato que aconteceu comigo na semana que passou, com um ex-conhecido que só se aproximou de minha pessoa com interesses em ganhar convites para as festas. Mais a Bahia toda já tinha me chamado a atenção sobre ele!

Durante algum tempo eu dei corda para este tipo de situação até que um dia resolvi frear e dar um "BASTA" e foi quando esta pessoa começou a criar situações desconfortantes no meu local de trabalho.

Na mesma discussão o comportamento afetado da figura, deu o impulso necessário para uns verdadeiros chiliques, escândalo, coisas que podemos distinguir como sendo de "PESSOAS ADEPTAS AO EXIBICIONISMO".

O que você tem? Você não tem nada! afirmou o ex-conhecido ( Como se me conhecesse, e eu nem sei de que raio os pariu ) que teimava em gritar feito uma pessoa sem educação e sem cultura suficiente, para conversar como gente civilizada.

Pela santa ignorância, ele se achou o vitorioso ao ver que eu não respondia às suas pirraças e só fazia balançar a cabeça como um ato de condenação ao momento ridiculo que ele próprio se expôs.

O que eu tenho ou não tenho não precisa ninguém saber, ou melhor, nunca ninguém vai saber. Essas são regras que a gente aprende quando precisamos preservar a nós mesmos, sabendo axecutar tais regras vamos sempre nos manter livre das invejas, dos olhos negativos e das falsas conclusões e amizades que só tentam se aproximar com interesse no que você tem.

Esta regra também nos protege de escandâlos pretenciosos e maudosos, inclusive o ex-conhecido que cito é vítima rotineira dessas banalidades virtuais, justamente por se mostrar tão exibido e não se contentar em manter sigilo da sua vida até mesmo pela profissão que exerce, algo que requer um pouco mais de conduta cívica e moral

Na minha vida eu aprendi que, durante todo este tempo, ser discreto no comportamento e no  dia-dia, seja nas conquistas materiais ou sentimentais, te dignifica como homem.

Aprendi que desde pequeno, a ética e a educação são as maiores riquezas que devemos levar conosco seja onde for.

Sempre procurei primar o sígilo e a discrição, já que minha figura se tornou pública e estaria ciente que eu seria alvo de muitos questionamentos, de muitas inverdades, de muitas conclusões precipitadas, justamente por ser uma pessoa que nunca procurou compartilhar das minhas conquistas com o mundo inteiro. Só meus verdadeiros amigos sabem de mim.
Ninguém precisa saber que adoro chocolates importados mais como os nacionais com o maior prazer.
 
Depois de 48hs comecei a compreender o total desequilíbrio deste ex-conhecido e entender que o seu maior trauma é, viver restrito a ele e ele mesmo.
Naquele dia eu acabara de me tornar o prato principal para ele derramar as depressões internas que ele vive constantemente, afinal, uma pessoa que vive contando sua vida pra Deus e o mundo, o que fez e o que não fez, o que comprou e o que gastou, é tão solitária quanto o tostão que tem no bolso.
Conclusão: Me deu uma pena dele!
Para outra inverdade dita por ele eu vos digo em palavras filosóficas do mestre Franklin Jones
Se nós pudéssemos ver como os outros nos vêem, compreenderíamos até que ponto as aparências são enganosas.
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