É preciso pensar antes de agir, pois todo ato pessoal pode gerar uma
conseqüência coletiva, negativa ou positiva. A vida em sociedade traz
responsabilidades, já que muitas vezes nossas escolhas refletem e interferem na
vida alheia, e as leis – morais, éticas, jurídicas – existem para mediar as
relações dos indivíduos e prezar pela organização e pelo respeito mútuo.
Por outro lado, nada mais justo do que poder fazer o que quiser, afinal, cada
um cuida da própria vida como bem entender. As decisões são pessoais, e diferem
de acordo com a visão das pessoas: o que fazer com sua vida, seu corpo, seu
dinheiro, sua família, sua casa, é dever e problema exclusivamente seu.
Soltar-se das amarras que limitam nossas ações é uma maneira de viver plenamente
a liberdade: o livre-arbítrio como regra absoluta e indiscutível.
Há diversas maneiras de pensar o assunto, mas tudo o que fazemos causa
reações, e é nelas que precisamos pensar para tomar decisões e fazer escolhas. A
vontade pode, ou não, superar o bom senso, mas, no final, apesar das leis e
limitações, somos livres para fazermos o que quisermos... e também para lidar
com as conseqüências.
- Pensando nisso refleti sobre
o que leva alguém, tentar te interrogar e colocar em questão o que você tem ou
deixe ter sem nem te conhecer, fato que aconteceu comigo na semana que passou, com um ex-conhecido
que só se aproximou de minha pessoa com interesses em ganhar convites para as
festas. Mais a Bahia toda já tinha me chamado
a atenção sobre ele!
Durante algum tempo eu dei
corda para este tipo de situação até que um dia resolvi frear e dar um
"BASTA" e foi quando esta pessoa começou a criar situações
desconfortantes no meu local de trabalho.
Na mesma discussão o
comportamento afetado da figura, deu o impulso necessário para uns
verdadeiros chiliques, escândalo, coisas que podemos distinguir como sendo de
"PESSOAS ADEPTAS AO EXIBICIONISMO".
O que você tem? Você não
tem nada! afirmou o ex-conhecido ( Como se me conhecesse,
e eu nem sei de que raio os pariu ) que teimava
em gritar feito uma pessoa sem educação e sem cultura
suficiente, para conversar como gente civilizada.
Pela
santa ignorância, ele se achou o vitorioso ao ver
que eu não respondia às suas pirraças e só fazia balançar
a cabeça como um ato de condenação ao momento ridiculo
que ele próprio se expôs.
O
que eu tenho ou não tenho não precisa ninguém saber,
ou melhor, nunca ninguém vai saber. Essas são regras
que a gente aprende quando precisamos preservar a nós
mesmos, sabendo axecutar tais regras vamos sempre nos
manter livre das invejas, dos olhos negativos e das
falsas conclusões e amizades que só tentam se aproximar
com interesse no que você tem.
Esta
regra também nos protege de escandâlos pretenciosos
e maudosos, inclusive o ex-conhecido que cito é
vítima rotineira dessas banalidades virtuais, justamente
por se mostrar tão exibido e não se contentar em manter
sigilo da sua vida até mesmo pela profissão que exerce,
algo que requer um pouco mais de conduta cívica e moral
Na minha
vida eu aprendi que, durante todo este tempo, ser discreto no
comportamento e no dia-dia, seja nas
conquistas materiais ou sentimentais, te dignifica como homem.
Aprendi que
desde pequeno, a ética e a educação são as maiores riquezas que devemos levar
conosco seja onde for.
- Sempre
procurei primar o sígilo e a discrição, já que minha figura se tornou pública e estaria ciente que eu seria alvo de muitos questionamentos, de muitas
inverdades, de muitas conclusões precipitadas, justamente por ser uma pessoa
que nunca procurou compartilhar das minhas conquistas com o mundo inteiro. Só
meus verdadeiros amigos sabem de mim.
- Ninguém
precisa saber que adoro chocolates importados mais
como os nacionais com o maior prazer.
-
- Depois de
48hs comecei a compreender o total desequilíbrio deste ex-conhecido e entender
que o seu maior trauma é, viver restrito a ele e ele mesmo.
- Naquele
dia eu acabara de me tornar o prato principal para
ele derramar as depressões internas que ele vive
constantemente, afinal, uma pessoa que vive contando
sua vida pra Deus e o mundo, o que fez e o que não
fez, o que comprou e o que gastou, é tão solitária
quanto o tostão que tem no bolso.
- Conclusão:
Me deu uma pena dele!
- Para
outra inverdade dita por ele eu vos digo em palavras
filosóficas do mestre Franklin Jones
Se nós pudéssemos ver como os outros
nos vêem, compreenderíamos até que ponto as aparências são enganosas.
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