Mas
derepente,
Apolo
diz
que
quer
uma
saideira
e torna
a abaixar
a minha
cabeça
em direção
a seu
pau
de 21cm
que
por
mais
uma
vez
tocava
na minha
garganta.
- Próximo
ao seu
gozo
eu sentia
o gosto
da sua
porra,
foi
quando
ele
parou
e resolveu
tirar
a camisa.
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No
momento
que ele
tira a camisa,
eu observo
aquele corpo
malhado,
molhado
de suor,
cheiro de
homem
gostoso
que eu tanto
sonhei em
ter. O tesão
crescia
ao ver aquele
rabo duro
e lisinho,
sedento
pelo meu
caralho.
Não via
a hora de
lascar aquele
cú todinho,
fazendo
dele
a minha
puta no
cio.
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Quando
eu penso
que chegou
a hora em
socar naquela
bunda gostosa,
Apolo me
pede para
novamente
chupa-lo.
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Resmunguei
e falei
que agora
era eu quem
dominava,
e num jogo
de competições
um empurrava
o outro
tentando
medir forças
para ver
quem conseguia
a recompensa
primeiro.
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Nesse
jogo de
empurra-empurra,
senti aquele
corpo malhado
roçando
no meu,
foi então
que
resolvi
ceder mais
uma vez...
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sempre
pensar cair
naquela
ferramenta
pulsante,
dura e grossa,
pois no
momento
certo ele
iria se tornar
o meu escravo.
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Quer
pica, então
tome! Abre
a boca putinha
e engole
minha pica,
quero sentir
sua boca
quente engolindo
tudo...
(comentou
Apolo delirando
com a
minha chupada)
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Chupava
com vontade
aquele pau
grosso.
Lambia seu
saco, passava
a língua
naquela
cabeça grande
e insaciável.
O que eu
mais queria
era satisfazer
aquele macho,
chupando
sem parar
o seu membro
rígido.
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Mais
sempre com
a intenção
de ser um
menino obediente
para que
ele cedesse
o que eu
tanto quero.
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Completamente
dotado,
Apolo dizia
que estava
chegando
a minha
vez, e eu
chupava
com mais
prazer,
bem guloso
como uma
criança
com um pirulito
na boca,
até o momento
certo de
poder dominar
a cena.
Já não aguentava
mais, queria
fuder Apolo
e mostrar
pra ele
quem manda.
Até que
finalmente
ele disse:
"Pronto gostoso,
agora é
a sua vez
de gemer!"
Próxima
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