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Dois
átivos na
Berlinda
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Eu
sempre
senti
tesão
pelo
Apolo,
mais
nunca
tive
a coragem
de falar
pra
ele.
Até
que
um dia
de domingo
quando
todo
mundo
resolveu
sair
de casa,
o convidei
para
me ajudar
a completar
o muro
do quintal
de minha
casa
e de
repente,
uma
surpresa.
Apolo
me perguntou
o porquê
que
eu o
olhava
de uma
forma
diferente.
Não
contei
conversa,
joguei
outra
pergunta
em cima
da pergunta
dele:
"Você
quer
saber
mesmo?"
e ele
me respondeu:
"Quero
sim!"
- Deixei
a timidez
de lado
e...
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disse
que
eu era
doido
pra
trepar
com
ele.
- Ele
não
ficou
nada
surpreso,
pois
vi que
estava
bem
exitado
e fui
com
a mão
onde
mais
queria.
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Apalpei
o pau dele
e derepente
como quem
não quer
nada, e para
a minha
surpresa,
ele abaixou
o meu short
e abocanhou
minha pica
dura e grande.
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Ele
chupava
com tanta
força que
chegava
a engolir
ela todinha,
naquela
boca quente
e gostosa.
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Chupava
desejando
mamar
na minha
pica
gostosa.
- Eu
ficava
intrigado
sem
saber
se o
Apolo
era
passivo
ou ativo,
ou até
mesmo
versátil
daqueles
que
dançam
conforme
a música.
Ele
inspirava
o verdadeiro
cara
ativasso
e pior,
se isso
fosse
verdade
não
ia dar
certo,
pois
dois
átivos
juntos
só iria
mesmo
rolar
brincadeira
e eu
estava
era
doido
para
comer
um cuzinho....
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Depois
que
ele
resolveu
largar
meu
cacete
coloquei
a dele,
que
estava
latejante,
em minha
boca.
Apolo
estava
cheio
de tesão
e empurrava
a minha
cabeça
para
que
eu engolisse
todo
o seu
pau.
- Já
era
capaz
de sentir
o gozo
em minha
boca,
mas
com
uma
sensação
de dúvida
que
pairava
no ar
se ele
era
ativo
ou passivo.
- Começava
a ouvir
dele:
"Minha
putinha,
não
é pica
que
você
quer?
Então
engula
tudo!"
Essas
palavras
me enchia
de tesão
e a
sensação
de ser
dominado
por
aquele
macho
me levava
as núvens.
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Para
retribuir
a boa
chupada
que
ele
deu
na minha
pica,
eu mamava
como
um bebê
na mamadeira.
- O
sol
em nossas
cabeças
nos
deixava
ainda
mais
suados
de desejo
e prazer,
eu queria
sentir
a
pica
dele
toda,
tocando
em minha
garganta,
mais
estava
mesmo
era
a fim
de comer
o cuzinho
daquele
cara
malhado
e gostoso.
Eu sou
pirado
por
malhados.
E só
de imaginar
enterrando
naquele
cú,
meu
cacete
latejava
cada
vez
mais.
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Ele
gemia e
entrava
em exctase
total, me
xingava
e fudia
minha boca
como ninguém
tinha fudido
antes.
Eu como
um cordeirinho
obedecia
aquele gostosão,
até chegar
a minha
vez de socar
cada cemtímetro
do meu pau
naquele
cú que não
sai da minha
mente.
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Não
estava a
fim de ficar
um só momento
parado e
chupava
cada vez
mais aquela
pica gostosa
que mais
parecia
uma manga
de tão saborosa.
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Ele
continua
gemendo
até que
ele disse:
"Agora
é a sua
vez, peça
o que você
quiser,
vamos aproveitar
o dia e
brincar
bastante."
Próxima
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